FCMS promove reunião para discutir reforma de teatro e prédios históricos

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A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) promoveu reunião técnica para discutir a recuperação do Teatro Aracy Balabanian, Casa do Artesão e Castelinho de Ponta Porã. De acordo com a diretora-presidente, Mara Caseiro, priorizar a reforma desses espaços históricos foi uma determinação do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

“Estamos reunindo dados, conversando com os técnicos, para ver qual o melhor caminho. Mas esses três prédios são prioridade, são obras que o governador pediu urgência e vamos buscar a melhor saída”, pontuou.

Técnicos da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) iniciarão, nos próximos dias, levantamento para estudar a viabilidade de uma reforma emergencial que possibilite a abertura do teatro, que está com suas portas fechadas há quase três anos. O apoio do Corpo de Bombeiros Militar também será solicitado neste processo.

A recuperação de emergência encurtaria o tempo de entrega do teatro em condições de funcionamento, levando em conta a necessidade de licitação, confecção de projeto-executivo e execução da obra.

A maior preocupação é garantir que os artistas tenham espaços disponíveis para expor seus espetáculos o mais rápido possível, uma vez que o Teatro Glauce Rocha está em processo de reforma e o Teatro Prosa, do Sesc Horto, está fechado, apenas para citar algumas alternativas.

De acordo com Mara Caseiro, a Casa do Artesão já tem projeto-executivo pronto. A tarefa, agora, é buscar recursos para restaurar o prédio.

“Vamos buscar emendas parlamentares, recursos públicos, mas também estamos pensando em maneiras de angariar verbas por meio da parceria público-privada”, explicou.

Outro prédio histórico que preocupa a diretora-presidente da FCMS e o governador do Estado é o Castelinho, em Ponta Porã. Já foi feita licitação para a realização de projeto-executivo. O processo está em andamento, mas a busca é por mais celeridade.

Equipe da Agesul faz nesta terça-feira (26.2) uma visita técnica ao local. Na quinta-feira (28.2) é a vez de Mara Caseiro e técnicos da gerência de Patrimônio da Fundação de Cultura vistoriarem o prédio.

“Vamos falar com o prefeito, com o promotor público, verificar a situação das ruínas e encaminhar os próximos procedimentos”, informou, referindo-se ao prédio que foi construído na década de 1920 e que foi a base do governo na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Participaram da reunião a coordenadora do Centro Cultural José Otávio Guizzo, Luciana Kreutzer; a gerente de Difusão Cultural, Soraia Ferreira; o gerente de Patrimônio Histórico e Cultural, Caciano Lima; a gerente de Administração e Finanças, Maria Madalena Rodrigues; o gestor de Projetos, Vitor Maia; o assessor, José Francisco Ferrari; além do diretor de Empreendimentos Civis da Agesul, Antônio Dacal Júnior.

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